NO DISC, NO FILMS

O segmento deste blog não é discos e filmes para baixar, embora eu farei comentários sobre discos e filmes que eu gosto e outros que eu não gosto mas acabei assistindo e extraindo algo de legal. Minha opinião pode não interessar para ninguém, mas... pensando bem, tem tanta gente por aí opina e escreve... sou apenas mais um. Apenas um aviso, meus comentários as vezes são corrosivos. Dizem na minha família que eu já nasci rabugento.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Notívago

A foto de capa do nosso blog já dá uma ideia de como as coisas funcionam por aqui. A frase “Pra quem funciona melhor a noite” já entrega de vez o fato que este pobre infeliz, mais pobre que infeliz que vos escreve é um notívago. Não, não é contagioso. Não, não é todo mundo que aguenta viver com morcego.
A primeira vez que ouvi a palavra “notívago” foi dita por Priscilla Presley no Programa do Jô em 2012. Até então desconhecia a palavra. Pessoas que trocam o dia pela noite. Quem me conhece pessoalmente ou virtualmente sabe que essa palavra tem muito a ver comigo. Pessoas normais levantam cedo, vão trabalhar de manhã, muitas vezes enfrentando trânsito, ônibus, metrô ou trem lotados, engarrafamentos, aos que dependem de ônibus alternam a viagem com aquele sono, chegam ao trabalho, almoçam por volta do meio dia (tanto que meio dia é mais conhecido como horário de almoço), talvez um café da tarde, no final da tarde ou começo da noite, voltam para seus lares, chegam por volta das 20 horas, tomam banho, jantam, veem TV e por volta das 23 horas ou um pouco depois vão dormir. Note que eu disse no começo da frase anterior, (pessoas normais). Sim, porque o mundo funciona durante o dia. É quando o comércio está aberto, horário comercial.
Aí vem uma pessoa como eu. Que trabalha à tarde, o que possibilita marcar algum médico, ou resolver coisas durante a parte da manhã. Então como eu trabalho à tarde, não tenho a necessidade de levantar tão cedo, ou ir dormir tão cedo. É aí que mora o problema. Profissionais da saúde dizem que trocar o dia pela noite é prejudicial e provoca sono durante o dia, queda no rendimento escolar, esquecimento, mau humor, a lista é enorme. Principalmente os adolescentes que ficam no computador seja em redes sociais, ou vídeo game, são os que estão propensos a ir mal na escola e em tudo que é atividade. O que ainda não é o meu caso.
O meu caso é justamente trocar o dia pela noite. Como trabalho no período da tarde, quando acordo é hora de tomar um banho, almoçar e ir para o trabalho. Almoçar? Sim, de manhã eu estava dormindo. Com um pequeno detalhe, eu levanto de manhã, tomo café da manhã e volto pra cama. Enfim, acordo, almoço, vou trabalhar, café da tarde quase noite, nisso quando vou chegar em casa é 23h00 ou mais. Como acordei tarde, o horário de 23h00 pra mim é normal. Eu pelo menos estou ligado no 220w. Aí é a hora em que eu vou para o computador, ou DVD para ver um filme, ou ouvir um disco, mas... O mundo funciona de dia, então não dá pra tocar violão depois da meia noite, ou ouvir disco sem fone de ouvido, é complicado.
Várias pessoas famosas têm seus hábitos iguais aos meus. Jô Soares é um que confessa no vídeo em que ele dá um breve relato sobre seus costumes. http://globotv.globo.com/rede-globo/encontro-com-fatima-bernardes/v/jo-soares-costuma-trocar-o-dia-pela-noite/2519482/
A dupla de compositores mais famosa do Brasil Roberto e Erasmo Carlos também já falaram que compõem durante a madrugada.
Nós os notívagos durante a madrugada temos disposição pra tudo, pois é um horário normal pra gente. De madrugada é quando eu geralmente escrevo para o blog, ou edito postagens, descarrego fotos da câmera no computador, organizo meus mp3, ou qual cd eu vou levar para ouvir no trampo no dia seguinte. Infelizmente não dá pra telefonar para os amigos para bater aquele papo, ou ir à casa de alguém para tomar um café... Mas a internet junto com as redes sociais, a gente acaba achando os amigos para bater papo. Interessante é que quando eu falo oi, a pessoa do outro lado diz: me pegou de saída. Né, Robert Moura?  Hehe. Pra ele eu vivo em horário japonês. O que levou a gente a ter uma ideia, como viver em horário japonês sem sair do Brasil.
Agora, difícil é durante a manhã, quando você está pegando no sono, ter que ouvir o dia acordando: portão do vizinho abrindo, vizinho ligando o carro a álcool até esquentar pra sair, portão automático batendo, lixeiro passando, Kombi vendendo cândida que passa a 10 Km/h e parece que sempre resolve parar na sua porta, campainha que toca, buzina da perua que vem buscar o filho do vizinho pra escola, gente que passa falando alto perto da sua janela, panela de pressão que a mãe coloca sempre de manhã, panela de pressão é uma coisa que eu escuto a quilômetros de distância. Poderia ser pior sim, morar ao lado de uma escola infantil, aí lá pras nove horas da manhã é a hora em que a criançada literalmente pega fogo.
Baratta

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Tecnologia - Pra irritar um pouco mais o dia a dia



A tecnologia anda me enchendo o saco. O celular apita que tá com a bateria fraca. Pronto, lá vou eu levantar da onde estou pra pegar o carregador e alimentá-lo na tomada. Celular esse que me impediu de tirar uma foto, pois não tinha espaço na memória. Mas aí é fácil, é só comprar um cartão de memória ou usar o da câmera fotográfica digital. Mas até aí, eu pegar o cartão da câmera para colocar no celular? Ah, deixa pra lá, afinal, posso tirar a tal foto depois. Não, o celular não entra na internet, sendo assim não fico o tempo todo no ônibus vendo o que se passa na net, quem postou a última frasesinha de efeito com suas hastags e tudo mais. Aliás, eu precisava mesmo era sumir da internet, praticamente um período de abstinência. O Word do computador sublinha a palavra que eu escrevi errado. O mp3 player, esse tá aqui do lado. Sinceramente nem lembro a última vez que coloquei música nele, músicas diretamente do computador pra ouvir na rua. Que para isso basta pegar um cabo USB e conectar um ao outro... Mas lembrei que estou usando o carregador do mp3 que serve para carregar o celular, só que com outro fio.
Esses dias peguei a pilha de DVD pra ver se tinha algum filme ou coisa parecida que eu ainda não tinha assistido, me interessei por um filme que eu tinha baixado há muito tempo. Fui colocar a mídia no DVD e deu erro, pois o filme estava em um formato de arquivo incompatível com o DVD player. Ah, mas tá fácil. Tenho um programinha no computador que converte pra um formato que não dará erro. Então deixa ver se eu entendi: Pra ver esse filme eu vou ter que jogar ele para o computador, usar o programa pra converter, depois jogar em um pen drive pra ver se roda no DVD? Já perdi a vontade de ver o filme.
Ah sim, tem as fotos do fim de semana que ficaram legais. Basta eu pegar aquele cabo USB pra passar pro computador, dar uma redimensionada aqui, um corte ali e salvar naquela pasta que já tem mais de 1000 fotos?
Onde toda essa tecnologia vai parar? Hoje em dia o celular tem praticamente tudo em um único aparelho. E o que tenho visto são pessoas praticamente escravas do celular. Numa mesa de bar com duas pessoas ou mais, já é praticamente (normal) ver as pessoas cada uma olhando para o celular na mão e dando uma rápida olhada pra pessoa ao lado e dizer: Pera, peraí, pode falar que eu to escutando.
Como diria os mais antigos: Tô falano cas parede?



Não estaria eu fazendo uma apologia para uma volta ao tempo das cavernas: Comprar um filme de 24 ou 36 poses, tirar as fotos, levar pra revelar, ou então andar com um walkman e gravar numa fita as mais mais das 15 mais, nem ir à vídeo locadora mais próxima de você, pois garanto que você não vai achar mais nenhuma nos dias de hoje. Mas chamo atenção para o acúmulo de arquivos e ao mesmo tempo afazeres que podem nos deixar meio tontos, no meu caso um pouco mais além do que já sou.
Eu já fiz uma listinha intitulada “O que tirar do computador” pra salvar em mídia. A pergunta que fica é: Pra ver sabe se lá quando? Enrolado do jeito que eu sou não vai ser muito difícil responder.
Entre tantas perguntas sem respostas (se o leitor tiver alguma solução, por favor, me fala nos comentários) como primeira solução, me deram uma ideia. Ah, coloca tudo em um saco de pequeno porte, pelo menos vai organizar e tals. Resultado: mais um trambolho em minha vida que carrego pra cima e pra baixo na minha inseparável mochila. Aí vem outro contra tempo. Morando em São Paulo (cidade onde se vive as 4 estações do ano no mesmo dia) tem que levar o óculos de grau, óculos de sol, guarda chuva, blusa de frio, o livro da vez, marmita, moedas de troco do cigarro, do ônibus, etc e agora o pote com o fio USB que alimenta o mp3, o fio USB que alimenta o celular...
Não me limitando ao uso dos aparelhos, cabos e carregadores do dia a dia, outra coisa me faz parar pra pensar um pouco: O festival de controle remoto! Em uma sala, geralmente até um bom tempo atrás precisávamos de um controle pra TV e outro para o vídeo cassete. Hoje em dia é um pra TV, outro pro DVD, outro pra TV a cabo e outro pro Home Teather. Ah, mas a organização não nos deixariam sozinhos nessa. Eis que inventaram o organizador de controle remoto que pode ficar na estante. 

Aí eu penso: das duas uma. Ou eu trago o organizador para o sofá junto comigo porque não tem funcionalidade eu ter que levantar pra pegar o controle tal. Eis que rodando na internet a gente acha de tudo um pouco. Ou desmonta uma sapateira velha, ou faz um igual esse aí da foto. 



Como última indagação, ainda na categoria controle remoto, eu gostaria de saber para quê existe o botão eject no controle remoto do DVD.
Organizador de controle remoto caixa





domingo, 27 de outubro de 2013

Desenhos Antigos - (Os véio pira!)

Já não se faz desenhos como antigamente.
Quem está com trinta e poucos, ou trinta e todos, se lembra bem da TV em preto e branco, a primeira TV a cores que apareceu pelo menos na minha casa foi por volta de 1989 acho, ou depois. Bom, a memória começa a falhar. Mas pra que eu sentei em frente ao computador mesmo? Ah, foi para digitar essa postagem, sorry, é o peso da idade chegando. 

Então, nos lembramos de bem de uma TV que ainda não era paga (pagar pra assistir TV?) quando poderíamos sonhar? TV de graça lembra bom bril na ponta da antena, claro, quem não tinha antena externa, daquelas que alguém subia no telhado e ficava gritando lá de cima: E agora? Melhorou? Veja como fica... e a outra pessoa gritando da janela: Tá bom, e a clássica frase: Tá um cinema! Pois bem. Futebol era em 3D, dois juízes, 24 jogadores para cada time, duas bolas em campo, ah, dois campos e quatro goleiros! Pay Per View? Que nada, futebol na época da TV a lenha era muito legal. Além do futebol, ainda tinham as novelas, tudo se adaptando conforme a tecnologia da época, porém quando assistimos algumas novelas antigas, como no Canal Viva, por exemplo, podemos reparar, o áudio da fala dos atores um pouco mais baixo que a trilha sonora, ou na questão da iluminação, um pouco escuro, sombra demais, bem diferente do maquinário usado hoje que mais parece imagem de filme de última geração. Nesse ponto tenho que reconhecer que a qualidade deu um salto formidável. E isso é opinião minha, noveleiro aos sábados e feriados de livre e espontânea: O que eu posso fazer? 


Além das novelas e do futebol, bate o saudosismo principalmente na programação infantil. Quem nunca ligou para o programa do BOZO para ganhar uma bicicleta? EU, não tinha telefone em casa e minha mãe não me deixava atravessar a rua pra ligar do orelhão da esquina, enfim... Tinha o Bambalalão, programa infantil na TV Cultura, esse eu postarei aqui, pois fui em uma gravação, em breve eu conto por aqui. Mas um dos principais elementos televisivos voltado para as crianças, sempre foi e sempre serão os DESENHOS!

Hoje em dia a maioria é tudo voltado pra violência, ou é moderno demais, infelizmente não são como os desenhos de antigamente. Antes que o leitor se anime e pense: Ownnnt, ele vai falar dos Thunder Cats... Não, não vou falar dos Thunder Cats, sou mais véio, hahaha. E digo mais: Ha. 



Estou falando do início da década de 80. Sim. Os desenhos eram, Speed Racer, Pica Pau antigo (não esse novo em que mudaram a voz, mudaram tudo nele. Sim, era a Turma do Pica Pau antigo, com o Leôncio (Junior, joga La bola para o papai), ou o Zeca Urubu, o Professor Maluco com o sotaque francês, quem não se lembra do fiel cavalo Pé de Pano, os sobrinhos do Pica Pau, Toquinho e Lasquita, Zé Jacaré, Andy Panda, Meany Ranheta, entre tantos, ê tempo bão! Além do Pica Pau, tinha o Tom & Jerry, sempre os antigos também. Destaque para as três produções de Hanna – Barbera, onde os episódios eram produzidos por Fred Quimby de 1940 a 1958, depois veio a era Gene Deitch de 1960 a 1962 e depois pelo Chuck Jones de 1963 a 1967. Outros desenhos clássicos eu lembro e estou em constante busca até hoje como o Carangos e Motocas (uma turma de motocas que queriam sempre acabar com a raça do Wheelie, um fusca boa praça, gente boa e sua namorada a Rota. 



A família Buscapé (Zééééé) e lá vinha o Zé resmungando igual eu sou desde que me conheço por gente. Bob Pai e Bob Filho, um pai e filho cachorros que se metiam em tudo que é aventura e rasgavam elogios um para o outro o tempo todo do tipo: Ó estimado adorado e venerado paiê, algo assim. Capitão Caverna, Speed Racer e seu carro nº 5, Corrida Maluca e sua lista infindável de personagens, Dom Pixote, A Pantera Cor de Rosa, Papaléguas (o coiote é meu ídolo – só se ferra mas não desiste nunca), Os Jetsons (o que tinha de futurista nós ainda não chegamos em 10% daquela coisa tooooda – como diria Caetano). No final dos anos 80, eu adorava assistir o Duck Tales, que nada mais era que o Tio Patinhas, Huguinho, Zezinho e Luisinho, Donald, ou seja, a galera da Disney, direct from Patopolis. O ídolo Pateta e seu filho Max, suando a camisa pra cada presepada armada pelo vizinho mala sem alça do Bafo. Hoje se eu paro pra ver algo? Sim, A Turma da Mônica, sim, Mônica, Cebolinha ( com seus planos infalíveis), eu adoro tudo isso. Ou toda a penca dos Super Heróis, quem não se lembra da frase: Enquanto isso na Sala da Justiça... Garfield e seus Amigos também é legal. Mr. Magoo, Muppets Babies, Os Flinstones, Os Smurfs, a Turma do Snoopy, toda a turma do Looney Tunes (Gaguinho, Patolino, Frajola, Pernalonga entre outros), Pepe Legal, Popeye que me levou a comer espinafre (que diga se de passagem que odiei o gosto e nunca mais quis comer, mas continuei a ver o desenho), Recruta Zero e o maquiavélico Sargento Tainha, Super Mouse o rato bombado, Tutubarão, Zé Colmeia, são muitos, provavelmente eu me esqueci de alguns. Mas quando esses desenhos eram veiculados na TV era uma festa, até hoje é uma festa, na minha TV quando acho algum DVD com esses desenhos maravilhosos. Desenhos que provavelmente hoje não passariam pela censura ao mostrar um Pateta fumando, ou um personagem usando uma quantidade astronômica de explosivos, ou no final das contas o personagem todo engessado, com curativo pra todo lado e cinco segundos depois pronto pra outra, rs, é, os desenhos tinham lá suas particularidades. Mas era uma diversão sadia para as crianças daquela época que não tinham computador, nem You Tube, nem TV a cabo, nem celular que entra na internet. Para ilustrar a postagem, usei pelo menos os meus desenhos preferidos dessa imensa lista.
Isso é tudo PE PE SSOAL!


 Texto Baratta McCartney


domingo, 20 de outubro de 2013

Cinema



Não sou daqui
Definitivamente cheguei a crer que não sou desse mundo. As vezes vejo pessoas próximas a mim comentando sobre o sucesso enorme e sobre cenas de vários filmes mais assistidos nos últimos anos. É como se sentir carta fora do baralho, mas até aí penso eu como meu ídolo Newman da revista MAD: Eu me preocupar? Na verdade estou é nem aí.
Tenho o costume de não gostar de muitos efeitos especiais, coisas muito fora da realidade, então não assisti MIB – Homens de Preto, nem Avatar, Harry Potter pra não dizer que não assisti, acabei vendo um enquanto gravava pra uma pessoa, porém o que vi não me empolgou não. Não vi também o Crepúsculo, mas vi a sátira “A Saga Molusco – Anoitecer”, Efeito Borboleta, Premonição (sei lá que número) e os mais mais recentes nacionais ainda como De Pernas Pro Ar, Até Que A Sorte Nos Separe, Somos Tão Jovens, entre outros.
Vi também o Carros (1 e 2), Enrolados, A Lenda dos Guardiões, entre outros. Entre um filme mais recente e um mais antigo, prefiro o mais antigo.
Filmes, até pelo meu lado músico, gosto dos filmes do Elvis, lógico, Beatles, os três filmes do Roberto Carlos, que inclusive eu comentei no blog Súditos, dá uma passada lá depois... o filme sobre a banda The Wonders, que aliás eu comentei aqui no blog também, Blues Brothers (esse eu preciso comentar um dia), The Comitmments, Crossroads – A Encruzilhada com o famoso duelo de guitarra entre Jack Butler e Eugene Martone vivenciados por nada mais que Steve Vai e nada menos do que Ralph (Karatê Kid) Macchio. Também vi e gostei do Bird sobre o Charlie Parker, o filme sobre a história da Karen Carpenter.
Fora o lado da música, também sou fã do Jerry Lewis. Além de atuar, ele mesmo escrevia os textos, dirigia, ou seja, um artista completo. Gosto de todos os filmes dele que vi até hoje. Em parceria ou não com Dean Martin, os filmes de Jerry não podem ser considerados filmes leves, de jeito nenhum. Antigamente passava direto os filmes dele na Sessão da Tarde.
Outro grupo que me chama atenção é o Monty Phyton, um grupo britânico de comediantes, seria como o Casseta e Planeta beeeeeem melhorado. Deles eu destacaria três filmes que eu vi e acho o máximo. “A Vida de Brian” que narra a história de Brian de Nazaré, que vive na mesma época que Jesus Cristo, além disso, Brian é confundido pois todo mundo acredita que ele é o Messias, filme que em breve eu comentarei aqui. Me cobrem. O segundo é o “Monty Phyton em Busca do Cálice Sagrado” os cavaleiros do rei Arthur em busca do cálice sagrado e o terceiro filme “All You Need Is Cash” ou “Tudo o que Você Precisa é Grana” sátira esculhambada da carreira dos Beatles onde a turma do Monty Phyton é a banda The Rutles.
Além deles não dá pra esquecer dos filmes do Steve Martin, Chevy Chase entre muitos outros. Tentarei falar um pouco sobre cada filme aqui. Já estou preparando uma postagem sobre o Jerry Lewis, mas antes disso preciso ver uns DVDs que tenho dele aqui.
Por enquanto é isso PE PE SSOAL.