Janis Joplin - The Pearl Sessions (2012)
CD1:
01 - Move Over
02 - Cry Baby
03 - A Woman Left Lonely
04 - Half Moon
05 - Buried Alive In The Blues
06 - My Baby
07 - Me And Bobby McGee
08 - Mercedes Benz
09 - Trust Me
10 - Get It While You Can
11 - Me And Bobby McGee (Mono single master)
12 - Half Moon (Mono single master)
13 - Cry Baby (Mono single master)
14 - Get It While You Can (Mono single master)
15 - Move Over (Mono single master)
16 - A Woman Left Lonely (Unissued mono mix)
CD2:
01 - Overheard in the Studio
02 - Get It While You Can (take 3 - 7.27.70)
03 - Overheard in the Studio
04 - Get It While You Can (take 5 - 7.27.70)
05 - Overheard in the Studio
06 - Move Over (take 6 - 7.27.70)
07 - Move Over (take 13 - 7.28.70)
08 - Move Over (take 17 - 7.28.70)
09 - Me And Bobby McGee (demo version -
7.28.70)
10 - Me And Bobby McGee (take 5 - alternate -
7.28.70)
11 - Cry Baby (alternate version - 9.5.70)
12 - A Woman Left Lonely (alternate vocal -
9.9.70)
13 - Overheard in the Studio
14 - My Baby (alternate take - 9.9.70)
15 - Overheard in the Studio
16 - Get It While You Can (take 3 - 9.11.70)
17 - My Baby (alternate take - 9.24.70)
18 - Pearl (instrumental - 10.10.70)
19 - Tell Mama (LIVE - 7.28.70)
20 - Half Moon (LIVE - 8.3.70)
Não há como falar de Janis Joplin
sem mencionar excessos. Não, não irei aqui comentar os excessos que todos já
conhecem ou já ouviram falar. Mas vale a pena lembrar que Janis foi igual a um
meteoro que passou pela Terra, estrela que subiu bem rápido, que trabalhou
bastante, que em três álbuns tocou com três bandas diferentes e que cada vez
que é mencionada em redes sociais recebe um grande número de manifestações e
comentários por parte dos fãs.
Como eu conheci Janis Joplin
Foi através do filme do Monterrey
Pop Festival, onde ela tocava ainda com o Big Brother and Holding Company
cantando Ball In Chain. A apresentação é a do último dia, deixa todo mundo de
boca aberta, nunca alguém tinha cantado daquele jeito. No vídeo é possível ver
a Mamma Cass Elliot literalmente de boca aberta. Albert Grossman também tinha
ido ao Monterrey e foi nesse ponto que o Big Brother assinou contrato com
Grossman, isso levou a assinarem contrato com a CBS, a gravar o primeiro real
LP o Cheap Trills, que foi como eu conheci Janis em disco, etc.
Mas venho aqui para falar um
pouco desse cd “Janis Joplin – The Pearl Sessions” é exatamente o que o título
propõe. As sessões de gravação do último álbum de Janis. No primeiro cd as
canções que já conhecemos, da forma como conhecemos, acrescentado dos másteres
em mono das canções. O segundo cd é algo que não dá pra ouvir uma só vez e
seguir a vida normalmente. É o mesmo que ter a oportunidade de estar junto a
Janis e a banda Full Tilt Boogie Band, produzido por Paul A. Rothchild que trabalhou com os Doors, Joni Mitchel entre outros.
No segundo cd é possível ouvir a comunicação entre o produtor e Janis e ouvir
uma “Mover Over” tomando forma, ou o riso espontâneo de Janis em “Cry Baby”. Em
“Me and Bobby McGee” do cantor, compositor e namoradinho de Janis, Kristoffer
"Kris" Kristofferson Janis é acompanhada apenas por
seu violão.
Cry Baby
Move Over
O cd vem acompanhado de um excelente encarte explicativo contando tudo
que rolou nas gravações.
O lançamento é da Sony Legacy.
Aproveitando o meu momento em que estou ouvindo bastante a Janis,
aproveitei pra assistir novamente ao filme “Janis – The Way She Was” de 1974
dirigido por Howard Alk com assistência de Albert Grossman, empresário de
Janis. Até onde eu andei pesquisando, o filme não foi lançado oficialmente em
DVD. O que existe por aí são cópias digitalizadas a partir do VHS. O filme é
praticamente um documentário onde podemos ver Janis ao Vivo, gravando o álbum “Cheap
Thrills”, seu real primeiro disco com a Big Brother. O produtor chama a banda
para escutar o que gravaram e Janis ouve os primeiros acordes e embarca numa
conversa, brinca até que o produtor chama atenção e ela pára. Não dá cinco
segundos ela começa de novo, ela era muito moleca. O filme também tem
entrevistas, apresentação no programa do Dick Cavett, porém não está inteira e
não tem todas. Para o fã mais neurótico (como eu) eu precisaria indicar pelo
menos mais uns dois DVDs e um filme. Mas isso fica para uma próxima postagem em
breve.
Em breve comentarei sobre os outros dois LPs “Cheap Trills” e “Kozmic
Blues”.
Vida Longa a Janis Lyn Joplin.
Eu estou me segurando para não baixar isso por conta do acúmulo de coisas para ouvir e assistir que eu já tenho aqui, mas...quando baixar eu volto por aqui pra comentar.
ResponderExcluirEm tempo: o Pearl foi o primeiro disco que ouvi da Janis, peguei emprestado e gravei em fita k7, faz tempo...rs.
Abraço, mano.
Pearl é baita disco mano. E esse aí com as sessões de gravação é um baita disco duas vezes. Aconselho até comprar, pelo encarte, pelo som que vc tá ligado que é outra pegada em relação ao mp3.
ResponderExcluirE o filme tu viu?
Vi não...esperando você me mandar o link, hauhauha
ResponderExcluirAdorei a postagem Baratta. Minha mãe se amarra em Janis Jopin e não tem como não admirar sua performance vocal. Um show!
ResponderExcluirAbraços :)
Oi Simone, obrigado pela visita e comentário. Realmente a potência vocal e presença de palco da Janis eram marcantes.
ResponderExcluirBeijo.
Eu ouvi Move Over´pela primeira vez, no disco SLAYED? do Slade, em 1975, na casa de um amigo, em Macau (RN), e me apaixonei. Li sobre Janis Joplin, pela primeira vez, em agosto de 1976, numa revista que acabara de comprar - ROCK ESPETACULAR - que vinha acompanhada de um compacto (era a segunda edição da revista), mas Janis não me chamou a atenção. Meu foco era em TINA TURNER, que eu já conhecia, e a reportagem mostrava as duas cantando juntas. No dia das mães de 1978, eu ia assistir a um show d' AS FRENÉTICAS, e, enquanto me ligava, um amigo chegou com um LP de JANIS JOPLIN - PEARL, pedindo para que o ouvisse antes de sair, pois ele achava as músicas, a minha cara. Pô, lá estava MOVE OVER e toda aquela overdose de voz, de energia,... e eu soluçava de alegria, uma emoção tão louca em conhecer esta mulher... De lá para cá, muitas décadas, graças a Deus, nunca vivi um dia sem ouvi-la, até hoje. Parabéns, BARATTA. Fiquei feliz com o Blog. E vamos em frente que atrás vem mais gente!!! Obrigado, cara.
ResponderExcluirOi Emannuel, realmente é o que vc disse. A MOVE OVER é uma obra prima, não imagino outra música abrindo o Pearl. Adorei a sua história, e claro, cá entre nós: Seu amigo estava certo, chegou com o Pearl e falou pra vc escutar antes de sair, eu tenho muitas e muitas bandas e artistas que conheci através de amigos assim igual aconteceu com você.
ResponderExcluirObrigado pela visita e comentário irmão.