NO DISC, NO FILMS

O segmento deste blog não é discos e filmes para baixar, embora eu farei comentários sobre discos e filmes que eu gosto e outros que eu não gosto mas acabei assistindo e extraindo algo de legal. Minha opinião pode não interessar para ninguém, mas... pensando bem, tem tanta gente por aí opina e escreve... sou apenas mais um. Apenas um aviso, meus comentários as vezes são corrosivos. Dizem na minha família que eu já nasci rabugento.

quinta-feira, 8 de junho de 2023

Top 10 Discos - Parte 3


 

A série Top 10 teve início em novembro de 2019 quando escrevi o primeiro texto que pode ser lido no link https://blogdobaratta.blogspot.com/2019/11/meu-top-10-discos.html  , alguns dias depois (eu ainda tinha pique para escrever) o segundo Top 10 que foi na verdade um Top 12 em  https://blogdobaratta.blogspot.com/2019/11/meu-top-10-discos-parte-2.html?m=0  e hoje venho com a terceira parte, que na última hora já estava tornando-se um Top 16, mas optei deixar como Top 12, ou seja, vem um quarto textão por aí. Dessa vez um pouco diferente, pois dois discos eu já escrevi em duas outras ocasiões, então ao longo desse texto deixarei os links. Lembrando que essa “Série Top 10” não obedece uma ordem cronológica de quando conheci os discos, mas sim uma ordem estabelecida na hora de escrever os textos e também como organizei na hora da foto. Nada que um tire a importância do outro.

 

1º - Ultraje A Rigor – Nós Vamos Invadir Sua Praia – Pode ser lido no link https://blogdobaratta.blogspot.com/2019/05/nos-vamos-invadir-sua-praia-ultraje.html

2º = Legião Urbana – As Quatro Estações – 1989

Até esse disco creio que eu não tinha nenhum da Legião, nunca fui um “legionário” mas esse disco surgiu bem na época em que eu começava a tocar violão e tinha contato com pessoas que também tocavam. Fui atrás desse disco e tirei 75% desse disco que eu tocava já no “piloto automático” nas festinhas com meus amigos da igreja. Em tempo: desde 1989 tocando violão na missa, não demorou para “Cordeiro De Deus” citada na “Se Fiquei Esperando Meu Amor Passar” não demorou a entrar para o set list das missas.

 

3º = Benito Di Paula – Gravado Ao Vivo – 1974 –

Um disco que é do ano em que eu nasci e que tem sucessos memoráveis. “Além de Tudo” é praticamente a narração do meu início de namoro. “Charlie Brown” confesso que conheci a música e depois o personagem do desenho. Grande “Minduim”. Benito di Paula quando aparecia na TV, papai e mamãe (e eu por tabela) parávamos o que estivéssemos fazendo para assistir. Isso me faz lembrar que época de ouro vivemos nos anos 70 e 80, ao ligar a TV tínhamos a oportunidade de ver Benito, Jessé, Antonio Marcos, Tim Maia entre outros em programas e não programas de fofoca, reality (empty) shows que de (show) não tem nada. Sobre esse disco não há uma linha sequer escrita pelo Google, nem ficha técnica nem nada, triste. Mas é um disco facilmente encontrado. Deve ter até completo no you tube.

 

4º = Creedence ClearwaterRevival – Willy And The Poor Boys – 1969

Se eu tinha escutado algo de Creedence até conhecer esse disco, tinha sido “Have You Ever...” em algum momento. Canção que não está nesse disco. Mas esse foi a porta de entrada para ouvir Creedence. De alguma forma, na época achei uma abordagem diferente de Beatles e gostei muito. Confissão de culpa, esse disco é emprestado que ficou comigo muitos anos, alguns anos atrás falei pro meu amigo, “ow, seu disco do Creedence tá comigo há uns 30 anos” ele riu e falou “ah fica de presente, de coração, rs”.

5º - Beatles – Rubber Soul – 1965

Por mais que digam que o som da banda começou a mudar nesse disco, pra mim a mudança tinha começado já no For Sale. Eu já disse isso aqui na postagem Top 10 - parte 2, já devo ter dito na postagem sobre o For Sale, mas isso é uma opinião minha. O próprio Lennon dizia que a mudança havia começado no Rubber Soul (trecho que foi reproduzido no Anthology, inclusive). Rubber Soul foi um dos oito discos que comprei com meu primeiro salário. Meu pai falou que conhecia uma loja “no bairro do Belém” onde os preços eram acessíveis e lá fomos nós. Claro que meu primeiro salário não deu pra comprar os oito discos e meu pai completou pra mim. Essa compra com meu primeiro salário, aliás, qualquer dia vira uma postagem aqui. Quando comprei, peguei todos os Beatles com o selo Parlophone daquela prensagem de 1988. Anos depois, me bateu a ideia que eu teria enjoado de Beatles e vendi alguns, esse foi no meio, me arrependi, pois nunca mais achei a um preço bacana outra prensagem dessa de 1988. Esse da foto tem uma história curiosa. Fui buscar com um vendedor e voltei lendo no ônibus e (EEEEEEEEEEEEEPAAAAAAAA) não tinha a “Drive My Car” como assim? Tem músicas de outros discos nesse Rubber Soul. Mais tarde me certifiquei que esse é um importado mas um Rubber Soul da discografia americana. Lá também a discografia até chegar no Sgt. Pepper´s era uma festa do Caqui.

 

6º - Elvis Presley – On Stage – 1970

Escrevi sobre esse disco no outro blog meu apenas sobre Elvis. Pode ser lido no link https://letstalkaboutelvis.blogspot.com/2017/08/on-stage-february-1970.html

 

7º - Paul McCartney – Flowers In The Dirt – 1989

Esse eu não me lembro em que momento tive, provavelmente em 1991 fui adquirir. Conhecia da rádio e talvez clip a “My Brave Face”, “This One” e tempos depois tomei conhecimento do “Put It There” documentário sobre esse disco. Pode ser visto no link https://youtu.be/RKoz84XAGz4, mas parece que tá legendado em japonês.

 

8º - George Harrison – All Things Must Pass – 1970

Um disco que chegou tarde pra mim, mas antes tarde do que nunca. Conheci as músicas na época quente dos downloads entre 2007 e 2009. A partir de então queria ter o disco triplo. Consegui recentemente, porém sem o pôster, mas não devo reclamar. Para todo beatlemaníaco, é muito importante ouvir os primeiros álbuns solo de cada beatle, logo após a dissolução da banda. Cada audição do primeiro disco solo de cada um é uma experiência única. O momento de “libertação” e fazer um som próprio de cada um, cada disco foi um presente para nós.

 

9º - RPM – Rádio Pirata ao vivo – 1986

O rock BR anos 80 vinha ganhando uma força e esse disco foi um marco da história fonográfica do rock brazuca dos anos 80. Lembro bem que eu via o clipe “Alvorada Voraz” na TV e comecei a pedir o disco pro meu pai. Minha mãe foi comprar comigo. Ao passar em frente a casa de um amigo do meu pai, esse disco estava tocando em volume alto. Ouvi bastante esse disco. Esse disco trazia um elemento que até então eu não tinha me ligado tanto, teclados. Algo novo pra mim, sendo que eu prestava mais atenção em guitarras, baixo e bateria.

 

10º - America – History: America´s Greatest Hits – 1975

Inicialmente conheci o America através do CD “The Definitive America” de 2001. Tempos depois conheci esse History de 1975 e grande surpresa foi descobrir que o produtor era o George Martin. “A Horse With No Name” e “Sister Golden Hair” são exemplos de canções que eu já havia escutado em algum momento em rádio e não sabia que eram do America, muito menos o que era America. Existe um vídeo em um TV show chamado Musikladen que eu não achei mais completo, se vc achar assista.

 

11º - Bread – Emoções com Bread – 1980

Uma coletânea brasileira do Bread. Esse disco marca o começo do meu namoro, quando eu dava aula de violão pra minha namorada. Ela me mostrou a canção “Everything I Own” que eu já conhecia com o Culture Club dos clipes e já tinha ouvido com o Bread, mas também não sabia que era deles, muito menos o que viria a ser Bread. Ouvi esse disco emprestado e ela me gravou em uma fita k7. Tempos depois consegui em vinil.

 

12º - Antonio Marcos – compacto duplo contendo “Todo Sujo de Baton”, “Fim de Tarde”, “Teu Carinho (Che Roga)” e “Felicidade” – 1977

Em algum momento (na casa que moramos na Mooca) eu e mamãe ouvimos “Fim de Tarde” no rádio. Depois de pesquisar, descobri que havia esse compacto que consegui anos depois. Foi a porta de entrada para virar fã do Antonio Marcos.