NO DISC, NO FILMS

O segmento deste blog não é discos e filmes para baixar, embora eu farei comentários sobre discos e filmes que eu gosto e outros que eu não gosto mas acabei assistindo e extraindo algo de legal. Minha opinião pode não interessar para ninguém, mas... pensando bem, tem tanta gente por aí opina e escreve... sou apenas mais um. Apenas um aviso, meus comentários as vezes são corrosivos. Dizem na minha família que eu já nasci rabugento.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Arapa Rock Motor - Blog do Albert Brave


Arapa Rock Motor

Justiça seja feita, antes tarde do que nunca.
Demorei muito para falar desse blog desse querido amigo. Na transição do VHS para o DVD, muitos e inúmeros títulos foi difícil para achar em DVD. Quando se achava era o olho da cara, ou nem tinha mais em catálogo. Acabei me tornando um compulsivo por arquivos em AVI, para gravar em uma mídia de DVD, ou mais de um levando-se em conta que muitas vezes um arquivo tem 700 MB e uma mídia tem 4.7GB.
Uma noite depois de tanto procurar achei um blog chamado Arapa Rock Motor. Quase caí para trás quando dei uma olhada no acervo.
São sete anos de um trabalho que mantém viva a história dos (podemos chamar de) rockmentários. Filmes de rock, documentários de bandas, filmes sobre música... Meu irmãozinho Albert Brave faz um trabalho de responsa.
Se você não conhece o Arapa é obrigação sua conhecer, acessar e desfrutar do maior catálogo virtual que eu conheço.
Albert, meu irmão, essa postagem sobre seu blog eu demorei pra fazer porque eu mesmo me distanciei do blog por um tempo. Mas o meu retorno teve que ser falando do seu maravilhoso trabalho.

Visite o Arapa em
http://arapongasrockmotor.blogspot.com.br/

Um grande abraço do Baratta. 

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Arnaldo Baptista - Show Sarau o Benedito? - SESC Belenzinho 2015


No último fim de semana o SESC Belenzinho recebeu o show do nosso eterno meninão Arnaldo Dias Baptista. Três shows com lotação esgotada. Sarau o Benedito? É o nome do show. Arnaldo, piano, flores, seus desenhos no telão e um repertório com Será Que Eu Vou Virar Bolor, Jesus Volte Pra Terra, Balada do Louco, There´s A Kind Of Hush, entre muitas outras. A energia do Arnaldo contagia a todos nós presentes. As vezes entre uma música e outra Arnaldo entra em comunhão com o piano desfilando um virtuosismo que é só dele. Mais que o virtuosismo, o teatro é tomado pelo seu carisma único.
Ao final, descendo as escadarias internas, chegando no andar da entrada do teatro e uma movimentação de pessoas olhando pra porta e esperando. Todas, eu disse todas as pessoas com um sorriso de orelha a orelha, com celulares, câmeras na mão. Nem é preciso dizer que eu resolvi ficar por lá. Em pouco tempo a assessora nos diz que Arnaldo sairia por aquela porta e tiraria foto e sugeriu que nos dividíssemos em três grupos, todos juntos numa pessoa só. Fui seco no primeiro grupo mas a foto em que eu saí, não dá pra ver que sou eu, rs. Mas captei o momento de Arnaldo saindo pela porta e ele olhou pro meu celular. Ao sair foi muito aplaudido. Muito diferente de certos artistas cheios de charme, ou que usam óculos, faz sentido as meninas do Leblon não olhar mais pra alguns desses. Arnaldo é simpatia, é amor, é genialidade, é sensibilidade à flor da pele. Sim, todos presentes ali saíram sentindo Sanguinho Novo correndo nas veias.



Todos juntos numa pessoa só



Conheci Arnaldo e Mutantes por volta da primeira metade dos anos 90 através de um amigo que me mostrou alguns discos e algumas músicas em algumas fitas k7. Época em que o vinil começava uma morte lenta, até a indústria já começava a forçar o consumidor a comprar CDs.

E que está muito dura a vida, nessa cidade de São Paulo
Nas minhas andanças pelo centro de São Paulo no horário de serviço de Office-boy, já sendo um fã de Mutantes e do Arnaldo e fã do disco Lóki (o qual eu tinha as músicas gravadas em uma fita k7), tá bom, tá bom, eu estava com a fita do meu amigo emprestada. Isso em uma época em que recebíamos VT, mais conhecido como Vale Transporte, mais conhecido como passe. Passe na mão de Office boy se transformava em dinheiro, hot dog em frente o Teatro Municipal, no meu caso cigarros e discos. E um dia lá fui eu entrando na Baratos e Afins para ver um ou outro disco. Quando me dou por conta o rapaz da loja dizia: Olha Arnaldo, lançaram esse aqui em CD, esse aqui também, Arnaldo. Eu olho para o meu lado direito está ele, senhoras e senhores, Arnaldo Baptista!!! Quem foi Office-boy sabe que tínhamos que tomar decisões rápidas, eu nem lembro o quanto tinha de dinheiro no bolso, mas pedi pelo disco Lóki?. Perguntei a ele onde ele estava morando, como ele estava e claro, pedi que autografasse o meu disco recém-comprado. Não, não existia celular que tira foto, também não tinha nenhuma câmera fotográfica. Afinal não é todo dia que a gente encontra com gênio assim, num belo dia de sol.


Muito já foi dito, escrito e documentado em vídeo sobre Arnaldo Baptista, mas tudo sempre deixa um gosto de queremos mais. E como nosso eterno meninão diz:
YEAH, deve ser amor que estamos sentindo...
Aqui, agora, tocando e cantando pra vocêêê... te entretendo!




quinta-feira, 18 de junho de 2015

Voltando...


A última postagem é de exatamente um ano atrás, 18 de junho de 2014. Onde estive? Exatamente nesse lugar da foto. Devo já ter falado aqui que o computador virou um vício na minha vida. Desde 2006 quando eu comprei meu primeiro computador foi uma lástima. Por um lado me permitiu externar um número enorme de coisas que eu pensava em fazer. Desde capas para alguns de meus CDs, edição com fotos, fazer downloads de inúmeros discos que eu jamais terei dinheiro para comprar, vídeos, shows, documentários, filmes, filmes...
Mas... tudo tem um preço não é mesmo? O computador me afastou de algumas coisas que até então vinham em primeiro lugar. Compor, tocar, praticar guitarra e violão em casa, como o computador fica no quarto, me tirou um pouco da sala também (não, não virei um antissocial dentro de casa) mas confesso que passo muitas e muitas horas no computador.
Redes Sociais – Uma faca de dois gumes. A velha frase: Usando bem, que mal tem?
Tudo bem, pelo Orkut conheci pessoas maravilhosas que são verdadeiros amigos até hoje. Eu que já tenho uma série tendência a ser o cara mais caseiro do mundo, o computador me deixou SIM, mais caseiro ainda. E por fim me afastou um pouco de uma das minhas grandes paixões: os discos de vinil. Um certo dia fiquei espantado em constatar que eu estava todo animado e maravilhado com um vídeo no you tube de um vinil tocando. Aquilo deu um CLICK em minha cabeça. Pensei: Uai! Porque eu estou tão encantado com um vídeo desse sendo que eu ainda tenho toca-discos NA SALA e um monte de discos lá (de uma certa forma) abandonados por mim?
Por outro lado foi uma evolução. Ainda no Orkut tive a ideia de fazer uma comunidade para cada disco do Roberto Carlos, fiz uma para o disco Today do Elvis (disco de 1975) também, para comentar os discos do meu jeito. Imprensa musical sempre foi um tipo de publicação que sempre me chamou atenção. Um dia resolvi fazer um blog, outro dia resolvi fazer o segundo e o terceiro. Tentando estabelecer a meta para mim mesmo de uma postagem por semana. Qual foi o resultado? Isso mesmo. Acúmulo de afazeres. Comentei várias vezes com um dos amigos leitores e grande incentivador meu, o amigo Robert Moura sobre ritmo das postagens.
Hoje em dia o facebook matou até um pouco a mídia blog. Uma vez em que todo mundo se sente um pouco jornalista, formador de opinião, comentarista de futebol e psicólogo.
Bom, voltando ao vinil... sim amiguinhos, literalmente voltando ao vinil. Postei até aqui no blog sobre uma feira do vinil na Avenida Paulista em que fui e comecei a comprar de novo os vinis. Correr atrás do prejuízo de discos que (por um ou outro motivo eu tinha ou vendido, ou trocado) me arrependi e saí na caça de novo, caça que não acabou até hoje.
Primeira coisa que fiz foi trazer o toca disco para o quarto, esquematizar um jeito de (já que eu não saio da porra do computador) pelo menos trazer o toca disco para perto de mim. E foi o que eu fiz. Na impossibilidade de trazer o Grundig pro quarto trouxe o Philips... e de um ano pra cá tenho sentido o prazer de ouvir só meus amados vinis.
Nesse último ano andei ouvindo, redescobrindo além dos vinis que já tinha, alguns que andei comprando, trocando, ganhando...
O vinil não está tendo uma volta, até porque para mim ele nunca se foi. A indústria sim talvez, quando em 1997 fecharam todas as fábricas no Brasil e na América Latina. Mais especificamente no ano passado em 2014 no facebook acabei encontrando grupos de colecionadores de discos, ixxi, me encontrei nesses grupos.
Muito mais do que postar foto de ouvindo determinado disco, nesses grupos conversamos sobre edições, reedições, prensagens, qual fábrica que prensou o tal disco da foto, diferença de som entre uma prensagem e outra, quais as diferenças entre capas, às vezes capa dupla, ou então como soube em uma postagem uma vez, uma prensagem nacional de determinado disco do Elton John vinha com músicas a menos, o rapaz que postou disse que aquela prensagem que ele tinha há muitos anos sempre seria o disco como ele conheceu. Notem: Como conheceu o disco. Histórias e mais histórias aparecem nessas postagens. Tudo bem pode parecer doença, patologia, como tal disco apareceu na vida de cada um... Por isso, usando a mídia do face montei sim meus grupos, um sobre a Doença do vinil, um só de vídeos (pessoal posta vídeos hospedados no you tube), e por aí vai.

Falarei mais dos discos aqui desse ano em diante. Vamos voltando às postagens do Blog aqui. 
Um prazer reencontrar vocês. 

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Paul McCartney - 72 anos de pura vitalidade!


Hoje é aniversário desse moleque aí ó!
Há tempos que eu queria falar dele por aqui. Mas como falar de Paul McCartney? Talvez falar de um disco em específico. Mas qual? O cara grava desde 1962 até 1969 só com os Beatles, além do disco trilha do filme “The Family Way” de 1966, ou seja, mesmo com os Beatles o senhor workaholic já colocava suas asinhas de fora. O legal em ter Paul McCartney como ídolo é que ele sempre me surpreende. Nos Beatles ele não se restringia ao baixo, tocava violão, piano, bateria. Como pode existir uma pessoa assim como ele? Tudo o que ele contribuiu desde a época dos Beatles, antes do estrelato, quando Pete Best não podia ir ou coisa assim, Paul ia para a bateria, o seu jeitão dos três Beatles Paul era o mais diplomático digamos. Tente pensar em Ticket To Ride com outra levada de bateria, ou a própria Yesterday com banda inteira tocando, ou seja, desde o início Paul já demonstrava ser um cara único.

Álbuns de estúdio
  1. McCartney (1970)
  2. Ram (1971)
  3. McCartney II (1980)
  4. Tug Of War (1982)
  5. Pipes Of Peace (1983)
  6. Press To Play (1986)
  7. CHOBA B CCCP (1988)
  8. Flowers In The Dirt (1989)
  9. Off The Ground (1993)
  10. Flaming Pie (1997)
  11. Run Devil Run (1999)
  12. Driving Rain (2001)
  13. Chaos and Creation in the Backyard (2005)
  14. Memory Almost Full (2007)
  15. Kisses on the Bottom (2012)
  16. New (2013)
Com os Wings
  1. Wild Life (1971)
  2. Red Rose Speedway (1973)
  3. Band on the Run (1973)
  4. Venus and Mars (1975)
  5. Wings At The Speed Of Sound (1976)
  6. London Town (1978)
  7. Back To The Egg (1979)
  8. Wingspan: Hits and History (2001)
Com o The Fireman
  1. Strawberries, Oceans, Ships, Forest (1993)
  2. Rushes (1998)
  3. Electric Arguments (2008)

Álbuns ao vivo
  1. Wings Over America (1976)
  2. Tripping The Live Fantastic (1990)
  3. Tripping The Live Fantastic - Highlights! (1990)
  4. Unplugged (The Official Bootleg) (1991)
  5. Paul is Live! (1993)
  6. Back in the US (2002)
  7. Back in the World (2003)
  8. Amoeba's Secret (2007)
  9. Good Evening New York City (2009)
  10. Paul McCartney Live in Los Angeles (2010)
Coletâneas
  1. Wings Greatest (1978)
  2. All the Best! (1987)
  3. Wingspan: Hits and History (2001)
Trilhas sonoras
  1. The Family Way (1967)
  2. Give My Regards to Broad Street (1984)

Álbuns experimentais
  1. Thrillington (1977)
  2. Liverpool Sound Collage (2000)
  3. Twin Freaks (2005)
Álbuns de música clássica
  1. Liverpool Oratorio (1991)
  2. A Leaf (1995)
  3. Standing Stone (1997)
  4. Working Classical (1999)
  5. Ecce Cor Meum (2006)
  6. Ocean's Kingdom (2011)

  • Somente Paul McCartney
    1. Give My Regards to Broad Street (1983)
    2. Put It There
    3. Get Back (1990)(show)
    4. Paul is Live (1993)(show)
    5. Liverpool Oratorio (show)
    6. Standing Stone (show)
    7. Live at Cavern Club (1999)(show)
    8. Back in The U.S. (2002)(show)
    9. Live in Red Square (2003) (show)
    10. The Space Within US (2006)(show)
    11. The McCartney Years (2007) (Documentário; cenas nos bastidores; videos e shows)
    12. Good Evening New York City (2009) (show)
  • Com o Beatles:
    1. A Hard Day's Night (1964)(filme)
    2. Help! (1965)(filme)
    3. Magical Mystery Tour (1967)(filme)
    4. Yellow Submarine (1965)(voz)
    5. Let it Be (1969)(filme)(ganhou o Oscar de Melhor Canção Original)



Eu estou me aprontando para o show do Paul McCartney no Estádio do Morumbi em 2010 e o telefone toca:
: Alô! Baratta? Mano é o Robert, onde você está?
: Sentado na minha cama falando no telefone com você, uai! E você, onde está?
: Cara, estou aqui no estádio, to vendo tudo, o palco, o PMC no bumbo da bateria, mano, to emocionado!
: Calma mano, vai morrer de emoção aí. Calma mano, to indo pro estádio daqui a pouco.

Meu amigo, leitor do blog, amigo desde os tempos de Orkut Robert Moura. Era o show do Paul McCartney em 2010. O primeiro show (e até a presente data) o único que eu vi dele ao vivo. Outros amigos estavam lá também, mas não consegui contato com eles. Munido de um binóculo bem meia boca, lá estava eu. De repente chega um cara do meu lado perguntando se eu sabia se ali estavam vendendo binóculos, acabei vendendo o que eu tinha e comprei um outro melhor, que não era aquela maravilha, mas no dia resolveu.

James Paul McCartney, o cara que eu tinha ouvido a minha vida inteira em instantes apareceria no palco. O show da turnê praticamente era o mesmo, eu já tinha ouvido o show de maio em Foro Del Sol. Aliás, nessa época eu ouvia esse cd (não oficial) exaustivamente. O tema de abertura acaba, o palco escurece e de repente entra o cara. Os primeiros acordes da Venus and Mars começam e eu lembro da primeira vez que assisti o Rockshow. Desde o primeiro acorde chorei igual uma criança.
Calor do mês de novembro em São Paulo, noite agradável, público animado. Não sou do tipo que lembra tudo ou anota as músicas do set list. Mas o Paul é o mesmo que eu venho ouvindo e assistindo todos esses anos. Toca baixo, corre pro piano, volta pro baixo, pega o violão, corre pro piano, volta pro baixo, levanta o baixo Hofner no alto e o estádio inteiro o reverencia, toca ukelele, corre de um lado pro outro do palco, volta pro piano, e o show dura TRÊS, isso mesmo TRÊS HORAS. Além disso, Paul faz questão de falar a língua do país em que está. Assim é Paul McCartney no palco. Paul fora do palco? Quem tem sorte é capaz de ver andar de bicicleta, bem à vontade. No dia a dia Paul está sempre compondo, ensaiando, gravando, ou então fazendo um documentário. Sim, o homem não para! Com 70 anos, 51 discos oficiais, por volta de 20 DVDs oficiais, ele não para. Tarefa difícil é ter tudo o que ele já fez. Vamos estender ainda contando os álbuns com os Beatles, claro, foi ali que começou tudo. Com os Beatles, Wings, Fireman, sozinho, seu trabalho não é algo que se ouve uma única vez.
Estendendo um pouco ainda, pense que pra cada disco existe um (alternate) geralmente bootleg (não lançado oficialmente). Indo um pouco mais além, fora os LP´s, existem os singles. Sim, os compactos. Muitas músias dos compactos que não saem nos LPs.
Além de tudo isso, alguns anos atrás, na época de ouro do Orkut, vira e mexe aparecia algumas (coleções montadas a dedo) com boa parte desconhecida do grande público.

Algumas coleções bem interessantes são:
Momac Hidden Tracks – 30 cds, praticamente quase tudo o que Paul fez desde o final dos Beatles.
Soundchecks – As passagens de som antes dos shows. Hoje em dia as passagens de som pode ser assistidas pelos fãs que tem um pouco mais de dinheiro para comprar o ingresso que dá direito a assistir a passagem de som, filar uma boia vegetariana, ganhar uma revista programa da turnê e por fim o show.
Ainda nos tempos do Orkut, enquanto oficialmente saía a coletânea Wingspan, na internet saia uma Wingspan com OITO CDs.
É muita coisa? Num cheguei nem na metade.
Faltou mencionar os vídeos não oficiais que existem. Se você gosta do filme Rockshow, aquele do Wings Over America, devia dar uma olhada no Wings Over Australia, Wings Over The World e Wings Over Philadelphia. Se você adora o disco Back tl the Egg, saiba que existe um clipe para quase todas as músicas do álbum, alem de um documentário sobre a música Rockestra com duração de 42 minutos. Gosta do disco e filme Give My Regards To Broad Street? Tem video do making of do disco também. Aliás, se você é do tipo do fã que gosta de making of, saiba que além do Put It There pro disco “Flowers In The Dirt” ainda existem “Movin´On “ para o “Off The Ground”, “The World Tonight” para o “Flaming Pie”, “Behind The Caos” para “Caos and Creation”, para o “Memory Almost Full”, para o “New” (sim já tem!), entre outros. Se você gosta do dueto do Paul com Stevie Wonder em Ebony and Ivory, existe uma versão só com o Paul cantando. Você gosta de Say, Say, Say e The Man com Michael Jackson? Saiba que Sir Paul canta com Michael no disco Thriller a canção “The Girl Is Mine”.
Tá Baratta, chega, não? Perae, tem mais!!!
Se você quiser ter tudo do Paul, não esqueça as últimas apresentações da TV como o show 12/12/12 que além dele aparecer em forma cantando e tocando com sua banda, ainda faz uma Jam session com o Foo Fighters, é mole? Assim como Paul também esteve na Casa Branca, Paul com Bruce Springsteen, Paul no teatro Apollo, Paul nos 50 anos da primeira apresentação dos Beatles no Ed Sullivan.
Com certeza enquanto você lia esse texto , ele já deve ter composto uma música e já deve estar gravando-a. Até você desligar o seu computador hoje, ele já deve ter feito um documentário do disco e o disco estará amanhã nas lojas antes de você levantar. Assim é Paul McCartney.
Uma música que tente definir Paul McCartney?
Young Boy.


segunda-feira, 2 de junho de 2014

Rádio do Baratta


No ainda positivo e operante Orkut, hoje em dia bem menos acessado por todo mundo, existem as comunidades, grupos onde pessoas com o mesmo interesse, seja lá no que for se juntam, trocam ideias, discutem, quebram o pau, dão voadora, enfim, é um ponto de encontro virtual. Em tempos de facebook, existem os grupos que não deixam de serem comunidades também. Desde os meus primeiros anos de Orkut participo e vez ou outra sempre monto uma comunidade ou grupo. Já montei para o especial Elvis in Concert de 1977, uma comunidade para cada disco do Roberto, hoje no facebook andei montando alguns grupos, mas de todos eles, um vem se destacando e me causando imensa alegria. Primeiro nasceu como Clube do Baratta, como se fosse um clube, mas que as postagens acabaram tomando um rumo em sua maioria só postar vídeos do You Tube (em primeiro lugar, pois muitas vezes tem muita coisa legal também no Dailymotion e no Vimeo). Pouco tempo depois transformei em Discoteca do Baratta, até com foto de capa de um globo de espelho e tudo. Recentemente resolvi deixar como Rádio do Baratta e finalmente Rádio do Tio Baratta.
Todos os membros são meus amigos, virtuais, alguns eu conheço pessoalmente, mas todos com um gosto musical muito parecido com o meu. Não citarei nomes dos programadores, pois fatalmente me esqueceria de alguém. Todo membro do grupo pode postar.
Considere que lá se toca de tudo, do heavy metal ao brega, do flash back dos anos 70 e 80 ao forró, do clássico ao rock farofa dos anos 90. Não priorizando nenhum gosto pessoal, muitas vezes apelo para o mau gosto também, postando na série “As que o Baratta odeia”.
Com um time excelente de programadores dedicados, a Rádio do Baratta nunca sai do ar. Só não tem jeito quando eu mesmo me empolgo, aí são dez dos Beatles, dez ou mais do Roberto Carlos, Elvis, as mesmas que fazem parte da minha discoteca de cabeceira. A única coisa que não existe na Rádio do Baratta é propaganda, ali sim é 100% música sem comercial.
Junte-se a nós no endereço virtual ...  https://www.facebook.com/groups/466556486733584/

quinta-feira, 1 de maio de 2014

OS POSTERS DA SOMTRÊS



Quem viveu especificamente a década de 80, começo da década de 90 e é ligado em música, vai se lembrar do nosso assunto de hoje.
Se tem uma coisa que eu tenho uma imensa saudade é de ir até a banca de jornal e comprar um revista pôster da minha banda ou artista preferidos.
Mesmo sendo o eterno “juntador de tranqueira” como minha mãe carinhosamente me classifica, não, eu não tenho todos os pôsteres que adquiri ao longo desses (PUTZ 40 anos).
Sim, as revistas pôsteres da SOMTRÊS! Pelo que lembro tive bastante posters, isos me leva à primeira casa em que eu morei até meus 18 anos. Meu quarto era meu refúgio, do mundo chato, da escola, era onde eu compunha, fazia lá as minhas canções (a maioria uma droga) mas eu nunca estava sozinho, estavam quase todos lá: Beatles, Paul McCartney, Elvis, Kiss, Deep Purple, Led Zeppelin, Janis Joplin, todos os pôsteres na parede. A coisa chegou a um ponto em que já tava difícil de ver a parede. Geralmente eram revistas pôsteres, já vinham dobradas, e desdobrando-as, tínhamos fotos, biografia e por fim: o pôster.
Pendurar, fazer um quadro, ou simplesmente (pregar) o pôster na parede, perdia-se a revista. Não! O burro aqui nunca pensou em comprar dois exemplares, não tinha batido a neura do (eu preciso ter tudo).
Ainda com 8 ou 9 anos, me lembro que a hora mais aguardada do dia era a parte da tarde quando minha mãe ia até o mercado, assim quando ela chegasse, o poster já estaria lá pregado e dificilmente ou com um pouco de sorte da minha parte, ela não pediria para retirá-los.
Interessante é meu espírito quarteiro e pouco saleiro. Como concentrar todas minhas tranqueiras na sala? Pouco a pouco fui levando minhas coisas para o quarto, divros, discos, CDs, DVDs, hoje há um ano na casa (nova) algumas coisas estão na sala, outras no quarto, mas sei bem o quê exatamente está e a onde.
Dos meus 18 anos pra cá, deixe-me pensar: como diria o Renato Russo “Já morei em tanta casa que nem me lembro mais”, não exagerando mas estou hoje na 6ª casa. Sei lá quando vou mudar de novo, mas na maioria delas eu não coloquei pôster. Morar de aluguel é uma merda por isso. Mas você deve estar se perguntando: Ah Baratta, cresce pô, colocar pôster com 40 anos nas costas? Minha doce resposta: Deixa eu viver porra!
Hoje em dia alguns posters estão guardados, outros sei lá que fim tiveram. Mas as revistas pôsteres da SOMTRÊS eram bem elaboradas do início ao fim. Sempre com a biografia da banda ou artista, discografia com as músicas relacionadas (oxa, numa era pré-internet essa era uma das fontes para conhecermos a discografia de uma banda ou artista). Ainda é possível achar uma ou outra publicação à venda em bancas especializadas (sim existem bancas especializadas em revistas antigas), sebos e até sites de vendas. Pouco a pouco a internet foi matando a mídia impressa.

As revistas pôsteres da SOMTRÊS marcaram época. Abaixo algumas fotos do que sobrou, do que consegui pregar na última casa, e algumas outras que eu lembro que tive, as fotos (numerar) não são minhas, consegui em sites de vendas na internet.

Essa me dá uma certa pontada no peito. Talvez a única revista poster que marca a época que comecei a ouvir o KISS, como eu disse lá em cima "pôster na parede, perdia-se a revista". Pois é, devia ter comprado umas três dessa. 

Essa também dá uma pontada no peito, devia ter comprado umas oito.  Tinha um belo poster do Deep Purple. 

Essa eu tenho. 

Essa eu quero comprar de novo ainda, eu só lamento aqui né?

Esses eu tenho, estão todos guardados dobrados, um dia eu tenho minha casa!

Essa também tem história: Coloquei na parede perdi a revista, mas Elvis não deixaria barato, anos e anos depois (velho é ... deixa pra lá) acabei "herdando a revista novinha em folha" vai pra parede nunca mais, tá no plástico!


Nem todos são da SOMTRÊS,  mas mostra meu penúltimo quarto. Quarto de véio com espírito de moleque! E atitudes também, mas deixa pra lá. 

quarta-feira, 23 de abril de 2014

BEATLES COLLEGE - A BEATLEMANIA NA INTERNET TEM ENDEREÇO CERTO

Sites sobre os Beatles existem aos montes, blogs então, dá pra perder a conta. Hoje vou falar do Blog Beatles College que está na ativa há três anos. Um time respeitável de colaboradores, colunistas e seguidores, mantém uma constante produção de matérias com texto objetivo, direto, fotos e muito mais. Quando quero escrever algo sobre os Beatles, sempre dou uma conferida lá antes.
O design é muito bem montado sem banners piscando, sem rádio/player, apenas as matérias mais recentes e os links ao lado direito. Posso dizer que boa parte da turma de lá eu conheço virtualmente desde os tempos da comunidade The Beatles School no Orkut. a Beatles School era um ponto de encontro virtual diário onde acessávamos e conversávamos, muitas vezes até altas horas da noite. Não vou citar nomes, pois fatalmente me esqueceria de alguém.
Hoje a antiga Beatles School é o blog Beatles College. O diretor Edcarlos Silva é um querido amigo que administra o blog sempre trazendo o que há de melhor no Brasil e no mundo quando o assunto é Beatles. Tem tudo sobre eles no blog: Discos, filmes, livros, a coluna In My Life, se você é Beatlemaníaco ferrenho, você precisa entrar pra Beatles College.
Matrículas Abertas.
Também no facebook pelo link https://www.facebook.com/groups/183840011634112/?fref=ts

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Exposição David Bowie no MIS


Definitivamente, quando eu acho que manjo bem de música (que e o único asunto em que eu não passo vergonha), sempre falta algo. David Bowie é um dos artistas que sempre esteve presente, mesmo eu não dando a mínima pra ele. Mas um dia, ele te pega, sem que você se dê conta.
A primeira lembrança que tenho dele é da minha época de escola quando eu tinha uns 9 ou 10 anos, eu estudava (tá bom, eu ia à escola), chegava, amoçava e ia para a TV ver programas de clipes. De semana tinha o Super Special na TV Bandeirantes (acho), e acho que tinha um na Record também. Pô, estamos falando de 1983 ou 1984. De sábado tinha o Som Pop na TV Cultura. Não eu não via o da Gazeta, o canal 11 não pegava em casa.
O primeiro clipe do camaleão do rock que eu me lembro é o Modern Love. Não era algo que eu curtia, mas assistia enquanto isso esperava um do KISS, Michael Jackson, Paul McCartney com No More Lonely Nights, etc. Anos se passaram e eu continueii vendo Modern Love, Blue Jean (esse sim eu gostava), Let´s Dance, China Girl entre outros.
Até que um dia, na casa de um amigo da igreja, ao começar a tocar Modern Love, ele sem empolga, eu ainda não me empolgava com Bowie. Mais uns tempos e assistindo o documentário Imagine do John Lennon de 1988, na parte do “Lost Weekend” (Fim de semana perdido) de John, May Pang fala que John circulou bastante e trabalhou bastante, gravou com Elton John, Ringo Starr e com Bowie...
Mais uns anos, amigos já vinham me alertando que: Bowie da década de 70 é do caralho!
Isso sem mencionar que lá na época quando por aqui apareceu a versão “O Astronauta de Mármore” da banda Nenhum de Nós, na década de 90, o Nirvana também tocaria a “The Man Who Sold The World” no acústico da MTV. Não, nunca dei a mínima pra Nirvana.
Recentemente indo no meu pediatra de computadores Dr. Fernando VXD, ele com a animação de sempre me diz: Júnior, você precisa TER isso, toda a trajetória do Bowie em uma hora, isso é maravilhooooooooooooooso!. Até dias atrás eu não tinha visto inteiro ainda.
E de repente vem a Exposição do MIS (Museu da Imagem e do Som) em São Paulo. Munido de um receptor de áudio wireless, ao chegar perto de tal vídeo, tal figurino, um vídeo de show ou entrevista, o receptor capta o sinal daquele vídeo específico. Muitas e muitas roupas, muitos manuscritos, maquete de palco, esquemas e mais esquemas desenhados no papel (sim, folha de caderno mesmo) pelo próprio Bowie, muitos itens são do arquivo pessoal de David Bowie. Guitarras, manuscritos de letras de música, etc. Saí de lá com a ideia que tudo que Bowie fez e faz é pra ser conceitual. Não, não pode tirar foto na exposição. Não, o Baratta não aceita um NÃO como resposta!
Resultado no final das contas?
Resolvi juntar em um CD a (meia dúzia) de músicas que eu conhecia dele. Lembre-se do que o Baratta disse no começo do texto: “David Bowie é um dos artistas que sempre esteve presente, mesmo eu não dando a mínima pra ele.”. Pois bem amiguinhos, constatei que a (meia dúzia) que eu conhecia eram pelo menos umas 40 canções, todas conhecidíssimas que acabei distribuindo em 2 CDs com 20 canções cada um. Os CDs Pin-Ups do disco de 1973 e Tonight do disco de 1984 eu acabei fazendo em um cd separado. Atualmente procurando algum documentário sobre Bowie.
Pra terminar o vídeo de qual falei e um link, nesse link em Material Educativo dá pra acessar um arquivo em PDF para melhor compreensão da Exposição.
As minhas fotos não ficaram legais, mas um amigo (também músico) foi essa semana e conseguiu fotos fantásticas, fotos do amigo Sanders Giuilani





























Exposição David Bowie no MIS
Avenida Europa, 158
De 31 de janeiro a 20 de abril
Terças a sextas, das 12h às 21h
Sábados das 11h às 23h
Domingos e feriados ds 11h às 20h

Ingressos R$ 10,00 (inteira)