NO DISC, NO FILMS

O segmento deste blog não é discos e filmes para baixar, embora eu farei comentários sobre discos e filmes que eu gosto e outros que eu não gosto mas acabei assistindo e extraindo algo de legal. Minha opinião pode não interessar para ninguém, mas... pensando bem, tem tanta gente por aí opina e escreve... sou apenas mais um. Apenas um aviso, meus comentários as vezes são corrosivos. Dizem na minha família que eu já nasci rabugento.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

50 anos do Rooftop Concert











O dia 30 de Janeiro de 1969 ficou marcado como o dia do último show dos Beatles. No projeto, que viria a se chamar "Get Back" a ideia era mostrar os Beatles compondo, ensaiando, infelizmente foi para as telas os Beatles lavando a roupa suja, gravando e finalizando com um show em algum lugar. Paul talvez fosse o que mais estava animado em encarar o público novamente com os Beatles, enquanto John, e George não estavam lá muito animados com a ideia de se apresentar novamente. Além do Paul, apenas Ringo confessa que "gostaria de tocar no telhado". Infelizmente, o vídeo que tinha do show inteiro no you tube foi retirado, apenas constando as músicas divididas. 
O set list do show foi 

Get Back (5 versões)
I Want You (She´s So Heavy)
Don´t Let Me Down
I´ve Got A Felling
One After 909
Danny Boy
Dig A Pony (2 versões)
God Save The Queen
A Pretty Girl Is Like A Medody

Quem passava pela rua pode ouvir o último show dos Beatles. Quem subiu nos telhados vizinhos pode ver o último show dos Beatles. Quem não estava lá pode apenas ver através do filme que viria a se chamar "Let It Be" que até hoje, nós fãs dos Beatles esperamos um remaster desse filme. No Anthology Paul e Ringo conta que o que estragou foi que alguém chamou a polícia. Ringo queria ser arrastado pelos policiais e Paul diz que seria um belo final pro filme: Os Beatles presos por incomodar por barulho. 

Felizmente como nem tudo está perdido, o único link encontrado foi do Dailymotion. Aumenta que é Beatles. 

https://www.dailymotion.com/video/x59304b

sábado, 19 de janeiro de 2019

50 anos do Abbey Road



Abbey Road
Gravado entre 22 de Fevereiro até 20 de Agosto de 1969.
Abbey Road Studios e Trident Studios. Alguns relatos no livro “O Diário dos                                Beatles de Barry Miles” mencionam algumas sessões de gravação no Olympic                         Sound Studios, também em Londres.
Lançamento: 26 de Setembro de 1969.
                     

No final do ano passado eu me antecipei em falar do Let It Be (porque estava inspirado em falar dele) sendo que a data mais apropriada para a postagem era a segunda quinzena desse mês, comemorando sim os 50 anos da gravação do Let It Be. Embora tenha sido lançado apenas em 1970, foi em janeiro de 1969 que eles entraram em estúdio pra gravar. Mas a postagem sobre o Let It Be, você pode acompanhar um pouco mais abaixo ou clicar nesse link http://blogdobaratta.blogspot.com/2018/11/o-interminavel-let-it-be-dos-beatles.html

Antecipando-me novamente, daqui a pouco alguns veículos começarão a postar algo sobre os 50 anos do disco Abbey Road. Que foi gravado entre Fevereiro e Agosto de 1969. Só na data já percebemos uma certa urgência por parte dos Beatles em fazer um disco melhor. As gravações do Let It Be foram de 02 de Janeiro até 15 de Janeiro no Twickenham Studios e de 22 de Janeiro até 31 de Janeiro no estúdio da Apple.

1969 foi um ano bem movimentado para os quatro Beatles. Além da gravação do Let It Be, compromissos, casamento de Paul e Linda, casamento do Lennon com Yoko, Bed-In com Lennon e Yoko na cama pela paz, George Harrison tirou as amígdalas, Ringo filmando “Um Beatle No Paraíso”, intermináveis notícias sobre a venda da Nothern Songs, Allen Klein entrando na vida dos Beatles com a sutileza de uma briga de javalis em uma loja de cristais, participações dos Beatles em separado em discos de outros artistas,Lennon e McCartney colaboram como no início e sozinhos, sem as participações de Harrison e Starr vão até Abbey Road e gravam “The Ballad Of John & Yoko”,  Lennon e Yoko sofrem um grave acidente, mesa da EMI que agora era uma mesa de oito canais e agora era no transistor em vez de válvulas, mas “in the end... “ os fãs dos Beatles foram presenteados com esse disco que é uma obra prima e um dos discos mais completo, daqueles que você ouve faixa a faixa e não pula uma.

Muitos falam que nesse disco que George Harrison se afirma como compositor em “Something” e “Here Comes The Sun”. Que no Abbey Road, George viria com duas músicas que estavam pau a pau com Lennon e McCartney. Eu fico puto com isso, pois é uma baita injustiça com George que tanto contribuiu e abrilhantou o som dos Beatles desde os tempos de Hamburgo. Para quem toca guitarra ou violão eu sugiro que tente tocar igual George Harrison, ou tente pensar como ele musicalmente falando, indo além (aí eu falaria especialmente aos compositores), “você seria capaz de compor uma Don´t Bother Me?” com todas suas passagens e arranjos? George é muito subestimado e eu particularmente acho isso uma grande injustiça. “Something” é uma das canções mais regravadas de todos os tempos, uma das mais belas linhas melódicas de todos os tempos com George fechando não apenas a discografia dos Beatles, mas uma era, pois eu fico pensando o que as outras bandas e artistas contemporâneos pensavam em gravar depois de ouvir Abbey Road.

Para fazer esse texto sobre esse disco que eu tanto adoro, recorri a um livro que li, embora não tenha gostado em muitos momentos, do Geoff Emerick “Here, There And Everywhere – Minha Vida Gravando Os Beatles” pois em muitos momentos ele desce a lenha no George sem dó. Mas ele traz a conhecimento muitas informações interessantes na parte de engenharia de som, gravação, edição, mixagem, corte, mesa de som, etc. Uma parte que me chamou atenção foi a do Making of do Abbey Road. Em especial ao clima entre os Beatles pelo menos no início das gravações. Volto a lembrar de que em 1969 os Beatles tinham gravado o Let it Be, que a coisa chegou em um ponto em que brigavam demais e isso (fatidicamente acabou indo para as telas de cinema um ano depois), George saiu do grupo, mas felizmente retornou e terminaram o projeto que ficou engavetado até o ano seguinte. Segundo Geoff Emerick em seu livro:
“Mas em contraste com o caos que foi o Álbum Branco, a atmosfera durante a criação do álbum Abbey Road foi bastante amena. Todos pareciam estar pisando em ovos, tentando não ofender ninguém. Durante a maior parte do tempo, Paul estava menos intrometido e John menos cáustico. Yoko ainda estava lá todos os dias, mas a essa altura os Beatles estavam tão acostumados com sua presença que era como se ela fosse uma peça da mobília... na maior parte do tempo, Ringo era Ringo, apesar de parecer ter um pouco mais de atitude de “eu sou uma estrela”. Talvez a maior mudança estivesse em George Harrison, que se encontrava mais seguro e autoconfiante do que nunca. “ trecho transcrito do livro “Here, There And Everywhere – Minha Vida Gravando Os Beatles” de Geoff Emerick e Howard Massey pela editora Novo Século edição 2013.

O disco abre com “Come Together” que é um rock pesado de John. Uma forte presença de guitarras, baixo e bateria, tudo minuciosamente equalizado. Para quem ouviu milhões de vezes todos os discos dos Beatles, ao ouvir o Abbey Road pela primeira vez, constata que o som ali está diferente. Não só pela mudança da mesa valvulada de quatro canais para a transistorizada de oito canais. Apesar que consta no livro de Geoff Emerick que George Harrison sentiiu “menos corpo” no som de sua guitarra, e Ringo também sentiu diferença na equalização da bateria. O som do baixo tá com um puta som poderoso. Pela página “The Beatles Recording” (de uma rede social aí) as fotos das sessões de gravação de Abbey Road revelam um Paul McCartney usando o baixo Rickenbacker. Após a pedrada de “Come Together”, surge “Something”. A música dos Beatles mais regravada, depois de Yesterday. Elvis cantou no Aloha From Hawaii, Frank Sinatra sempre considerou a melhor canção da dupla Lennon e McCartney. Se tiver tempo, procure no you tube um take só com a orquestra.







Certa vez ouvi que o Abbey tinha sido elaborado em um lado para agradar o John e outro para agradar a Paul. Se foi assim, Lennon se deu mal, pois, no lado mais (John) do disco foi incluída a “Maxwell´s Silver Hammer” que John a chamava de “mais uma música da vovó” composta por Paul. Este queria que seu baixo soasse como uma tuba. Mal Evans que se lascou coitado pra levar a bigorna pra dentro do estúdio. Octopus´s Garden, meio na linha de “Yellow Submarine”, mas é de autoria de Ringo. A segunda, depois de “Don´t Pass Me By” do Álbum Branco. No filme Let It Be é possível ver Ringo no piano e George Harrison com o violão revendo os acordes de “Octopus´s Garden”. “I Want You (She´s So Heavy)” foi a primeira a ser gravada ainda no Trident Studios por volta de fevereiro. Mas foi terminada meses depois no Abbey Road. Há quem diga que é um rock progressivo, pela mudança de ritmo e construção da música no geral. A letra é simples? Há quem diga também. Mas não podemos nos esquecer que Lennon é direto. O crescente da música no final faz você viajar para outra dimensão.














Lado 2 abre com a “Here Comes The Sun”. Eric Clapton diz que George simplesmente pegou o violão em seu jardim e começou a cantar os primeiros versos. Eric Clapton viu com os próprios olhos essa canção tomando vida. Falou isso com muita emoção inclusive. Aí entra “Because”. Certa noite Yoko tocava “Sonata Ao Luar” de Beethoven e John pediu para Yoko tocá-la ao contrário. Li em algum lugar que George Martin dobrou as vozes de John, Paul e George completando assim uma harmonia em nove partes. Ouvir “Because” eu considero como um revival dos primeiros discos dos Beatles, em que eles exploravam mais as harmonias vocais entre eles. “You Never Give Me Your Money” é um reflexo do que eles vinham passando por causa de dinheiro, a disputa (Klein/Eastman) para decidir quem iria ser o empresário dos Beatles apesar que naquela altura do campeonato todos os Beatles estavam meio fartos de serem os Beatles, “Sun King” nasceu depois de John Lennon ler a biografia do Rei-Sol (Sun King) Luis XIV da França que reinou de 1643 até 1715. Para muitos o medley começa a partir de “Mean Mr. Mustard”, para mim começa em “Sun King”, mas até aí, cada pessoa tem um jeito de “entender” o Abbey Road. “Mean Mr. Mustard”, “Polithene Pam”, “She Came In Through The Bathroom Window”, “Golden Slumbers”, “Carry That Weight” e “The End” são fragmentos de canções que juntas formam o medley mais importante da história da música mundial de todos os tempos. Impossível ouvi-las em separado. No vinil elas estão ligadas entre si. Quem baixou o mp3, constata que no medley tem um intervalo entre uma música e outra, apenas quem tem o CD original ou cópia do original consegue ouvir as músicas sem intervalo. O mesmo acontece no ”Sgt. Pepper´s” da “Sgt. Pepper´s Lonely Hearts Club Band” para a “With A Little Help From My Friends”.

A lendária capa
Abbey Road é o nome da rua onde fica o estúdio onde eles gravaram desde 1962. Fica em Londres, Inglaterra. Certa vez vi uma reportagem de algum telejornal em que a cultura por lá é que se algum pedestre colocar o pé pra fora da calçada (onde obviamente exista uma faixa de pedestres) o carro para e a pessoa atravessa. Claaaaaro que é igual no Brasil, aham. Mas enfim. A capa já te dá uma lição que para atravessar a rua, que seja feito na faixa de pedestres. O nome mais cotado para o disco era Everest, por causa da marca de cigarro que o engenheiro Geoff  Emerick fumava. A ideia ficou na cabeça deles e Paul ficou todo animado para viajar para o Everest, mas como o prazo para entregar o disco já estava muito em cima que decidiram atravessar a rua e chamar o disco de Abbey Road. Nada relacionado ao amor da banda pelo estúdio, segundo informações de funcionários por muitos anos. Geoff Emerick alega em seu livro que eles odiavam o lugar.
A capa é cheia de referências à tal morte de Paul McCartney em 1966. Segundo os “especialistas” em provas da morte de Paul, os Beatles na capa do Abbey Road estão vestidos como se fossem participantes de um enterro. Paul está com o cigarro na mão direita, sendo que ele é canhoto e está descalço (motivo porque no dia estava muito calor) e os especialistas associaram isso ao costume de enterrar os mortos descalços. Mas outras fotos da sessão de fotos da capa Paul está de sandálias. A placa do fusca é LMW (Linda McCartney Widow ou Linda McCartney viúva) embaixo o número 28 IF, 28 seria a idade de Paul se/IF estivesse vivo.
A menos que você não goste de Beatles, não tem como não gostar desse disco. O impacto é mais violento no vinil, não importa qual toca discos você tenha, conhecer (se que existe alguém que não conhece esse disco) Abbey Road no vinil é uma experiência única. O CD não empolga do mesmo jeito, a começar pela capa.
























Com as bênçãos da tecnologia de hoje em dia, é possível imaginar como teriam sido as gravações desse disco. O game Rock Band dos Beatles tem o álbum Abbey Road, com clipes que te levam para o estúdio, é possível ver a escada pra sala técnica no canto esquerdo, tudo igual. Mas, hoje sabemos que não foi bem assim, principalmente na época em que eles já não eram tão chegados assim uns dos outros. Uma estrofe no livro do Geoff sobre o medley na página 374 está escrito: “Apesar de todo o tumulto, aquelas eram faixas divertidas de se gravar, e no conjunto ficou excelente. Sentado na sala de controle o Studio Two, comentei com George Martn que o som parecia dos velhos Beatles, com os quatro tocando juntos como a banda de 1963. “Você está certo”, disse George sarcasticamente. “Não dá nem para perceber que um não suporta o outro”.
Para quem quiser ver a mais famosa travessia do mundo ao vivo é só clicar no link https://www.abbeyroad.com/crossing

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Feliz 2019



Virada de ano é uma data legal para se estar junto da família, dos amigos, dos parentes (aff), mas, não deixa de ser uma data especial. Apesar do barulho!!! O barulho dos fogos assusta os animais em geral, crianças, idosos, pessoas internadas... Mas, o brasileiro tem que aparecer e pagar de engraçadão... então... todo fim de ano é a mesma coisa. Os fogos começam por volta das 17 horas  do dia 31 e cessam por volta das 2 horas da manhã do dia 1º.
E vamos pra mais um fim de ano.
Pra você que acessou, acompanhou o blog esse ano um Feliz Ano Novo com muita paz e muita saúde.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Rod Stewart



Sempre digo que boa parte da minha base musical foi assistir os programas de vídeo clipes que passavam na TV aberta. Sim, muito antes da MTV surgir com aquela postura de Castelo Rá – Tim – Bum direct from Acidland, tentando enfiar as Don´t Cry e 18 and Life goela abaixo,  a TV aberta brasileira já passava programas com clipes como o lendário Som Pop (se vc não conheceu Som Pop, pode parar a leitura por aqui, espera um outro post), Super Special, Kliptonita, Clip Trip entre outros. Era a época da transição do KISS com máscara para o KISS sem máscara do Creatures Of The Night para o Lick It Up. Michael Jackson com o maior sucesso de Billie Jean, Beat It e o mega sucesso Thriller. Cindy Lauper, Madonna, Wham (com um George Michael antes da carreira solo), Hall & Oates, Phil Collins, Sir James Paul McCartney com seu No More Lonely Nights, Sir Reginald Kenneth Dwight (Elton John), Dire Straits, Tina Turner, Sir Roderick David Stewart, entre outros, lideravam a parada de clipes internacionais veiculados aqui na TV analógica com palha de aço na ponta da antena interna.

Hoje resolvi falar um pouco sobre o Rod Stewart, embora não tenha tanta bagagem de pesquisa para tecer uma postagem daquelas, mas o som de Rod Stewart é algo único. As primeiras lembranças que tenho dos clipes são a Some Guys Have All The Luck, All Right Now (que anos depois fui saber que era do Free), Infatuation, praticamente o lado A inteiro do disco Camouflage de 1984. De primeiras lembranças em clipes tenho também a Love Touch e Every Beat Of My Heart do disco de 1986, People Get Ready, música dos Impressions de 1965 que tem no disco Flash do Jeff Beck. Também lembro da Sailing e What Am I Gonna  Do (I´m So In Love With You)  do disco Body Wishes. Mas o primeiro disco do Rod que apareceu em casa foi o Rod Stewart 1986, que em alguns países o disco leva o nome de Every Beat Of My Heart. Os clipes da Every Beat Of My Heart e Love Touch (Tema do filme Legal Eagles “Perigosamente Juntos”) já são referências para esse disco que foi produzido pelo Bob Erzin, que também produziu o KISS entre outras bandas. Eu destaco ainda Another Heartache, Red Hot In Black, Ten Days Of Rain e a versão dos Beatles In My Life. Esse disco de 1986 é a sequência dos bem sucedidos Body Wishes de 1983 e Camouflage de 1984. Aliás, Rod tem uma carreira brilhante desde os tempos do Jeff Beck Group, também com o Faces, mas o sucesso mesmo veio com a carreira solo. Desde os anos 70, mais precisamente a partir do disco Every Picture Tells A Story de 1971, Rod emplaca de uma a duas músicas por disco. Essa informação me baseio nas canções que tocam na rádio, porque quem pegar os discos inteiros pra escutar, vai curtir praticamente 100% de cada disco. Dos hits dos anos 70, o pop dos anos 80 com seu visual moleque, seus clipes bem elaborados, discos minuciosamente produzidos desde a escolha de repertório, sua incursão pelo jazz nos anos 2000, no rock clássico, mais recentemente os clássicos da soul music, eu diria que conhecer a carreira e os discos do Rod é algo obrigatório para quem gosta de música de verdade.  Seja lá qual for sua preferência de estilo musical, provavelmente Rod já gravou. Se você gosta de um rock rasgado ouça Hot Legs. Agora se sua preferência for algo mais comercial, ouça Sailing ou I Don´t Want To Talk About It. Se alguém vier falar de que ele é mestre apenas em estúdio, ouça a Da Ya Think I´m Sexy do disco ao vivo Absolutely Live de 1982. Se você curte mais rock clássico, além dos que ele emplacou ,ele brilhantemente gravou também Have You Ever Seen The Rain, Day After Day, Lay Down Sally no disco Still The Same... Great Rock Classics Of Our Time em 2006. Sim, o Sir Rod Stewart (hoje com 73 anos) já gravou de quase tudo um pouco.

Alguns DVDs são obrigatórios para quem gosta de Rod Stewart.
Tente achar o One Night Only do show do Royal Albert Hall ou o Storyteller com uma plateia bem intimista com Rod contando a todos curiosidades sobre sua música, ou então o Storyteller com clipes de 1984 a 1991. Não deixe de ver também o It Had To Be You - The Great American Songbook, onde ele apresenta alguns sucessos de sua carreira e as releituras de grandes sucessos do Jazz de todos os tempos. O Unplugged... And Seated também é recomendado. 






Um outro termômetro de sucesso no Brasil é quando a música entra para a trilha de sonora de novela (e a gente precisa mencionar isso, por mais que o formato “novela” já esteja “saturado”).  A lista está no Wikipédia e está assim:

·         2013 - It's Over tema de Amor à Vida
·         2007 - Have You Ever Seen The Rain tema de Paraíso Tropical
·         2005 - My Funny Valentine tema de Alma Gêmea
·         2004 - I'm In The Mood For Love tema de Chocolate com Pimenta
·         2003 - They Can't Take That Away From Me tema de Mulheres apaixonadas
·         2003 - The Way You Look Tonight tema de Mulheres Apaixonadas 
·          2001 - Soul On Soul tema de Um Anjo Caiu do Céu
·         1991 - You Are Everything tema de O Dono do Mundo
·         1988 - Lost In You tema de Vale Tudo
·         1983 - Baby Jane tema de Guerra dos Sexos
·         1982 - How Long tema de Sétimo Sentido
·         1978 - You're In My Heart tema de O Pulo do Gato
·         1977 - Tonight's The Night tema de Duas Vidas